Ano Mariano
2016-2017
As 7 lições de liderança do Papa Francisco

 

Muito além da religião, Francisco nos trouxe uma nova perspectiva de liderança, mostrando a cada dia com suas palavras e...

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Fotos/fonte: forosocialpanamazonico.com

Entre os dias 28 de Abril e 01 de Maio aconteceu o VIII Fórum Social Panamazônico na cidade de Tarapoto – Peru.

O fórum contou com a participação, na sua maioria, com diversas delegações de diferentes movimentos sociais provenientes dos 9 países que englobam a Amazônia (Brasil, Peru, Bolívia, Colômbia, Equador, Venezuela, Guiana Francesa, Guiana e Suriname), mas também participaram pessoas de outros países sul americanos e também da Europa.

Como linha mestra abordou-se os impactos causados pelos grandes empreendimentos (especialmente os projetos de hidroelétricas, as petroleiras, madeireiras, agroindústrias e de mineração) nas comunidades tradicionais da Amazônia Pan-americana. Buscou-se soluções de enfrentamento ao modelo tradicional de desenvolvimento para a região, mas também para o continente como um todo, haja vista que hoje o modelo depredatório busca novas nomenclaturas, tais como desenvolvimento verde ou sustentável, mas que na verdade continua a desrespeitar a cultura e os direitos dos povos e da natureza, colocando em risco a sustentabilidade e autonomia dos povos, bem como provocando sérias intervenções climáticas.

O fórum serviu como um momento de resistência e de convocação a fazer frente a um modelo predatório, amparado muitas vezes pelos próprios governos intitulados de esquerda. O fórum serve como um modelo inspirador de se ter em mente que as lutas dos povos só terão efeitos quando estes estiverem devidamente articulados e mobilizados na busca por um ideal comum.

Em linhas gerais destacou-se pontos que entende-se pertinentes para um desenvolvimento inclusivo da região, dentre outros:

➢ Fazer com que os Estados se adequem à legislação internacional sobre o respeito aos direitos dos povos amazônicos e andinos;
➢ Rechaçar todo tipo de corrupção relacionada aos projetos de infraestrutura e exploração;
➢ Exigir o reconhecimento dos direitos coletivos, bem como a titulação de terras para as comunidades tradicionais;
➢ Reconhecer e fortalecer as identidades amazônicas e andinas;
➢ Exigir que os governos busquem soluções eficazes para deter a brusca mudança climática que provocam alterações na vida dos povos e culturas;
➢ Exigir que se pare todo tipo de violência que criminaliza as lideranças locais que lutam por seus direitos;
➢ Exigir a interrupção de todo tipo de discriminação de gênero.

No geral os participantes do fórum se comprometem com a busca por uma sociedade de paz em relação com a natureza, baseado nas diversas cosmovisões e diversidades presentes em nosso território.

OBSERVAÇÂO: Uma ressalva feita por uma liderança da Amazônia Brasileira: “Nas discussões dessa natureza, quando se trata de vulneráveis nesse contexto, temos em mente apenas os indígenas, quilombolas, ribeirinhos, entretanto esquecemos que as periferias dos centros urbanos há uma população muito vulnerável que é diretamente impactada por esses grandes projetos, e que nem sempre é lembrada em nossas mesas de discussões e que é preciso trazer à baila essa situação.” Como representantes da JUPIC – BRC participaram Ir. Domingos Groda e Jairo Godinho.

Irmão Jairo, svd

Fotos/fonte: forosocialpanamazonico.com

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Irmão Domingo Groda meditando

Irmão Jairo Godinho

Adeus ao Pe.Tomaz Hughes, svd

16-05-2017 Notícias da congregação

Pe. Tomaz Hughes, svd, é irlandês, religioso-missionário da Sociedade do Verbo Divino. Radicado no Brasil há 45 anos, atuava especialmente na formação bíblica nas bases e como assessor bíblico da CRB e do CEBI. Dedicava-se a cursos e retiros bíblicos em todo o país. Publicou diversos artigos em Convergência, Estudos Bíblicos e publicações da VRC e é autor do livro...

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VIII Fórum Social Panamazônico

16-05-2017 Notícias da congregação

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JUPIC - REPAM

16-05-2017 Notícias da Igreja

A Rede Eclesial Pan-Amazônica (Repam) expressou total apoio ao povo Gamela diante do acontecimento no município de Matinha (MA), no último dia 30 de abril, onde de acordo com o Conselho Indigenista Missionário (CIMI) pelo menos 13 indígenas ficaram feridos, sendo que dois tiveram as mãos decepadas e cinco foram baleados. Em nota, a Repam “espera que sejam tomadas medidas...

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