A importância dos indígenas na proteção da biodiversidade planetária

Foto/fonte: greenme.com.br

A ONU destaca que nas terras habitadas pelos povos originários o desaparecimento de espécies é mais lenta que no resto do mundo.

Reportagem de Naira Galarraga Cortázar, publicada por El País, 08/05/2019.

“Os indígenas brasileiros são cerca de 800.000 (0,6% da população), estão divididos em 225 grupos e vivem em 14% do território. Pode parecer pouca população em muita terra, mas cumprem funções-chave para preservar a natureza. A especialista Nurit Bensusan, da ONG Instituto Socioambiental (ISA), detalha essas funções: “Por um lado, conservam a integridade das terras em que vivem e tentam, e frequentemente conseguem, evitar que entrem madeireiros, garimpeiros, grileiros... e, como sabemos que a maior ameaça às espécies é a deterioração de seu meio ambiente, o papel que desempenham é crucial”. Basta olhar um mapa para ver que as áreas onde vivem os indígenas sofrem menos desmatamento que as demais. No ano passado, o desmatamento atingiu 7.900 quilômetros quadrados, a maior área desde 2008”

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CNBB e Cáritas Brasileira lançam SOS África: Moçambique, Zimbabué e Maláui

Fonte: Foto divulgação ONU

Centenas de milhares de pessoas foram afetadas pela passagem do ciclone Idai que devastou territórios inteiros na África do Sul, no último dia 14 de março. Moçambique, Zimbaué e Maláui foram os países mais atingidos pela catástrofe que já é a pior da história enfrentada pela população destes países. Até o momento, pelo menos 656 perderam a vida, mas estima-se que esse número possa passar de mil. No cenário urgente de ajuda humanitária, cerca de um milhão e meio de pessoas estão desalojadas.

Fonte: Foto divulgação ONU

Para organizar a solidariedade brasileira com as populações atingidas, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Cáritas Brasileira lançam a campanha SOS África: Moçambique, Zimbabué e Maláui.

Os recursos arrecadados serão utilizados para ações de socorro imediato, água potável, alimentos, roupas, cobertores, kits de higiene, remédios, primeiros socorros e tendas, que serão coordenadas pela Cáritas Internacional, um organismo da Santa Sé. Com a solidariedade de cada pessoa, a Cáritas Internacional quer ainda ajudar na reconstrução de moradias e meios de vida das populações afetadas nos três países.

Mapa da região afetada - Fonte: G1

O SOS África: Moçambique, Zimbabué e Maláui conclama a sociedade brasileira, as dioceses, paróquias, comunidades, congregações religiosas, colégios e todas as pessoas de boa vontade, para uma grande corrente de oração e solidariedade em favor das pessoas atingidas por esta tragédia.

Três contas bancárias que são geridas pela Cáritas Brasileira estão disponíveis para doações. Favorecido Cáritas Brasileira CNPJ 33.654.419/0001-16

Banco do Brasil                      Caixa Econômica Federal                Banco Santander
Agência: 0452-9                       Agência: 1041                                    Agência: 3100
Conta corrente: 49.667-7          Operação 003                                    Conta corrente: 12.061645-0
Conta corrente: 432203

“Que o Deus da vida e da ternura derrame suas bênçãos sobre cada pessoa e comunidade pela colaboração e gesto amoroso, em favor das famílias de Moçambique, Zimbábue e Maláui” - diz um trecho da carta assinada pelas presidências da CNBB e da Cáritas Brasileira, enviada para todas as paróquias do Brasil.

Serviço: Lançamento campanha SOS África: Moçambique, Zimbabué e Maláui

Data: 25 de abril de 2019

Outras informações: Jucelene Rocha e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – Tel e WhatsApp (11) 98694-1616 ou
Osnilda Lima e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. – Telefone e Whatsapp (61) 98366-1235

 Fonte: cnbb.org.br/noticias/

 

Pastoral da Mobilidade Humana

Fotos/Fonte: tveast.dk

"Multidões cansadas e abatidas: gente sem raiz, sem pátria e sem destino, com o futuro incerto e inseguro. Multidões que erram pelas estradas do êxodo, do deserto, do exílio e da diáspora. Não como o Povo de Israel no Antigo Testamento, que ao menos nutria-se na travessia com o sonho da Terra Prometida; tampouco como as primeiras comunidades cristãs, que no caminho podiam-se alimentar com a utopia do Reino de Deus, anunciado pelo Mestre. Não, nada disso!", escreve Pe. Alfredo J. Gonçalves,  padre carlista, assessor das Pastorais Sociais.

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